sejamos nós, uns pelos outros
mais que clamor, cidadãos
que haja sim o direito de dizer não
de se diferenciar
de flutuar, pairando sobre intolerâncias
divergências coexistindo, mas que os confrontos não as colidam
mais que amor, perdão
que haja enfim o dever de dizer: "irmãos"
de se reaproximar
de reimaginar, permanecendo com as relevâncias
inteligências multiplicadas
e que os encontros as perenizem.
* Luiz Cláudio Pimentel
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